O guia definitivo para horizontalização das empresas

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“A pirâmide que no passado tinha o chefe no topo e os subordinados embaixo está ruindo. Hoje, ela é invertida. Este chefe está embaixo, suportando o restante da pirâmide e jogando todos para cima. Quanto mais competente ele for, mais a empreendimento cresce”, afirma este PHD em Ciências Contábeis, Glauco Cavalcanti.

Ele conta que neste modelo de comércio não existem cargo, as pessoas têm funções. “As relações estão ficando menos hierarquizadas e muito mais horizontais, pautadas pela transparência. ”

O sócio-diretor de um Emprego de Contabilidade, Fausto Antônio de Azevedo, diz que a opção pela transparência em sua própria empresa tem a olhar com o modo saiba como ele vê a biografia. “Prezo através plena democracia e a confiança no outro como elemento por união de pessoas.

Por outro lado, nosso público interno é muito seleto academicamente, como fornecemos saber para o gerenciamento por perigo químico toxicológico ambiental. Os 58 funcionários são graduados, certos são mestres e doutores. ”

Ele diz que com um time com esse retrato só obtem manter os membros investindo na honestidade, na transparência perfeito e na participação efetiva deles no fim da companhia. “Todos participam de reunião todos os meses de avaliação de efeitos e de encontro a cada quinze dias de alinhamento. Temos um software de gestão interna no qual tudo é lançado e todos têm entrada. Em outubro, cometemos planejamento estratégico usando a participação de todos. ”

Azevedo afirma que o noticiário interno é especialmente diário. “Não temos segmentação nem agenda para debater com o diretor. Não existe a figura da secretária, não temos estrutura formal e luxo. Diretores não têm banheiro exclusivo e as mesas são todas iguais”, afirma.

Ele diz que o modelo tem dado resultado e nos últimos cinco anos o negócio cresceu 10% ao ano. “Temos gestão empresarial por unidade por comércio, cada uma possui um líder seguramente independente no que faz. Dá muito trabalho empreender dessa forma. Acho que este clássico modelo do organização de cima para baixo é mais simples, mas não me arrependo por ter adotado a transparência. ”


Formato de Autogestão pode Assustar Talentos



Professor para negociação e gestão Contabilidade, Glauco Cavalcanti diz que a transparência dentro de organizações está diretamente ligada à questão do relacionamento.

“Quando uma empresa trabalha relacionamento está lidando com alguns elementos principais. Um deles é a confiança, que é construída a partir de três Cs: clareza, coerência e credibilidade”, diz.

Segundo ele, um gestor coerente é aquele que faz o de que pensa e fala. “Ele tem de ter essa coerência com os seus colaboradores para que eles entendam que o discurso caminha junto com a ação e que ambos representam o pensamento do microempreendedor”, afirma.

Cavalcanti diz que um elemento de que mostra ao empregado que há uma relação respeitosa entre as partes foi a comunicação. “Para uma comercio sair do discurso e partir para a ação da transparência, deve ter mecanismos que gerem clareza, como as ferramentas de comunicação”, diz.

Ele conta que o desenvolvimento de comunicação envolve inúmeros canais. “A empresa pode usar uma série por ferramentas para se emparelhar dos empregados como vídeos institucionais, jornal interno, cartazes, manual para o colaborador, palestras internas e intranet, além de canais diretos como Fale com este Coordenador, ou Café da Manhã com o Diretor”, exemplifica.

Segundo ele, essas ferramentas ajudam o colaborador a se estabelecer dentro de uma comercio de que prega a transparência. Este professor acrescenta que faz parte desse pacote ter política salarial clara e bem definida e a realização de reuniões periódicas para a apresentação do desempenho da empreendimento.

“O empresário pode aproveitar estes encontros para disseminar a missão e os valores da negócio, bem como projetos com os quais a empresa está envolvida, fatos que acontecem pelo dia a dia e informações mercadológicas sobre este negócio e o seu produto. ”

No quesito ‘respeito com o colaborador, o professor afirma de que é necessário cumprir o que promete. “Nas reuniões, respeitar a pontualidade, por exemplo, também é uma forma de demonstrar respeito. ”

Cavalcanti acredita que cada vez mais as organizações ficam menos verticais e hierarquizadas e mais horizontais. “A grande barreira que quaisquer talentos encontram é inferir lidar com esse modelo de autogestão. Isso é possibilitado a assustar jovens talentos ou gestores mais antigos. ”

Segundo ele, nesse modelo de negócio não andam cargos, as pessoas têm funções. “Quando se começa a tirar as patentes o que vale é especialmente a autoridade, que é especialmente conquistada com exemplos e modelo de conduta. Quanto mais competente o micro empreendedor for, mais a organização irá crescer. Hoje temos uma visão invertida do que estávamos habituados a ver e ouvir”, afirma.

Rejeição



O microempreendedor conta que já enfrentou empregado que não se adaptou ao modelo. “Nosso sistema de ensino ainda incentiva os jovens estudantes a arrumarem um bom ofício, não a serem empreendedores e líderes. ”

O diretor e contador da Disoft, Claudio Menezes, conta que também adotou o conceito da transparência desde a fundação do comércio. A empresa é especializada em cloud computing, terceirização de TI e software de gestão ERP. “Para mim está muito claro que o País estacionaestaficafixa jazepararpermanecequeda em desenvolvimento de rediscutir sua cultura e quem queremos ser quando crescermos. Nesse processo, acredito de que transparência é o elemento chave. Não haverá ainda mais espaço para empresas com informação fechada, na qual alguém ganha muito numa ponta e na outra ponta ficam os que carregam o piano. ”

Menezes considera que a motivação é intrínseca. “Acho bem duvidoso a pessoa atingir Clique Nos Recursos bem o seu papel se não tiver motivação autêntica, e ela não é viável se não houver transparência absoluta na companhia. Os números têm de ser abertos, assim tais como a estratégia, ContinuaçãO as dívidas, as angústias. O empresário tem do ter disponibilidade de ouvir contraponto e criar em conjunto. ”

Segundo ele, uma coisa é a transparência, outra são as responsabilidades. “Todos que trabalham aqui são micro empreendedores do si mesmo. Temos bastante claro quem é responsável por cada coisa. Por exemplo, a decisão por contratação é coletiva. Este grupo que vai labutar com a pessoa entrevista três candidatos selecionados por quem é responsável nas contrações. Eles decidem quem será recrutado. ”

Com 48 funcionários, a Disoft faz reuniões a cada seis meses para apresentar os números. “Se a empresa não é especialmente transparente, é difícil criar o nível de comprometimento que o mercado exige atualmente. ”

Segundo ele, a Disoft já teve empregados que não se acostumaram ao modelo. “Achamos que os indíviduos desejam executar em empreendimento transparente. Para bastante, isso não foi feito realidade, porque a contrapartida exige transparência da contibuinte. Aí aparece uma questão interessante de como ela se relaciona consigo mesma. No geral, acho de que as empresas fabricantes estão percorrendo, cada vez mais, 1 caminho mais humano e transparente. ”



Com 30 pessoas no time, a 99jobs está no mercado desde 2013 e também adota a política da transparência. “No dia a dia, as pessoas são bastante cutucadas a fazer a empresa dar certo praticamente juntas, não temos hierarquia aqui, as áreas têm um especialista e este time. A opinião do especialista tem relevância, mas todos podem opinar”, diz o cofundador Diego Ximenes.

Segundo ele, quem é especialmente mais experiente tem obrigação de ouvir os outros e tomar as mais esperados decisões em conjunto. “Todos podem transitar e realizar com o negócio saiba como um todo. As informações sobre o negócio são compartilhadas com a equipe em reuniões semanais de que duram cerca de 90 minutos. ”
O empresário conta que a 99jobs foi uma plataforma de relacionamento com o trabalho. “A ideia do negócio surgiu com o objetivo de fazer com que as pessoas encontrem um InformaçõEs Adicionais produção que faça sentido para elas. ”

A receita da empresa vem de clientes premium para os quais é feito recrutamento e seleção. “Hoje, cometemos o programa de estágio da Microsoft, City Bank, Votorantim entre outras. Temos 2, 5 mil empresas fabricantes na base e 725 mil usuários em busca de colocação. A pessoa preenche questionário, coloca suas características e identifica marcas com as quais tem mais a ver.”.

Para ele, uma de características fundamentais quando se fala em transparência e negócios colaborativas é a questão do sentimento de que a empresa é especialmente sua. “É este sentimento que caracteriza o funcionário empreendedor, que eu chamo de atleta corporativo. Ele é um agente do transformação, mas para de que possa ser esse agente deve ter solo fértil que lhe permita ter espaço para transformar”, diz.

O professor afirma que, em cenário de crise, esse tipo de profissional passa a ser muito importante. “Neste momento, é necessário mudar a forma como a empresa trabalhava. Ela só consegue fazer isso trazendo pessoas que têm novos modelos mentais. ”

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